← Voltar para artigos
O cálculo renal — popularmente chamado de "pedra nos rins" — é uma das condições urológicas mais frequentes. A boa notícia é que nem todo cálculo precisa de cirurgia. Entender quando o tratamento pode ser conservador e quando a intervenção é necessária é fundamental para tomar a decisão certa.

O que é o cálculo renal?

O cálculo renal é uma formação sólida que se desenvolve dentro dos rins a partir da cristalização de substâncias presentes na urina, como cálcio, oxalato e ácido úrico. Ele pode permanecer no rim ou migrar para o ureter — o canal que conecta o rim à bexiga — causando a temida cólica renal.

Quando não precisa de cirurgia?

Cálculos pequenos, geralmente com menos de 6mm, têm boa chance de ser eliminados espontaneamente pela urina. Nesse caso, o tratamento é chamado de terapia expulsiva e consiste em hidratação abundante, medicamentos para relaxar o ureter, analgésicos para controle da dor e acompanhamento com exames de imagem. O médico acompanha o caso de perto para garantir que o rim não fique obstruído por tempo prolongado.

Quando a cirurgia é necessária?

A intervenção cirúrgica é indicada quando o cálculo é grande demais para sair sozinho, quando causa obstrução persistente do rim, infecção urinária associada, dor intratável ou quando não há progressão após um período de observação adequado.

Quais são as opções cirúrgicas?

  • Ureterolitotripsia semirrígida (URS): indicada para cálculos no ureter
  • RIRS com ureteroscópio flexível: para cálculos no rim, com acesso pelas vias naturais
  • Nefrolitotripsia percutânea (NLPC): para cálculos grandes, com acesso pela pele

A escolha da técnica depende do tamanho, localização e características do cálculo, e é individualizada para cada paciente.

Tem dúvidas sobre seu caso? O Dr. Marcos Kaddoum atende em Cachoeiro de Itapemirim e oferece avaliação especializada.

Agendar consulta